Parece um paradoxo, mas ter um seguro de vida, que será accionado com a sua morte, permite-lhe viver tranquilo o presente.

Se tem dependentes a seu cargo compre já hoje um seguro de vida
Especialmente se tiver dependentes a seu cargo, é uma maneira de garantir que os problemas financeiros ficam acautelados até os seus filhos se tornarem independentes. Isto porque os seguros de vida podem, por exemplo, assegurar o rendimento perdido e o pagamento de despesas na eventualidade da morte ou invalidez permanente do segurado. O mais típico é o seguro de vida para quem contrai um empréstimo para a compra de casa, que é exigido pela maior parte dos bancos, e que cobre basicamente o risco do banco.
Fugindo ao fatalismo, a vida pode mudar de um dia para o outro por qualquer razão e os indivíduos e as famílias precisam de estar preparados, reforçadamente em casos em que haja crianças, jovens ou outros dependentes. Também faz sentido fazer um seguro de vida no caso de uma mãe que toma conta dos filhos e que, pela sua morte, obriga à contratação do que fazia em casa (infantário ou ajuda doméstica, por exemplo). Um seguro de vida asseguraria essas despesas. No entanto, ter um seguro de vida pode não ser para si, se tiver recursos financeiros suficientes, que permitam à sua família sobreviver sem si (em termos de dinheiro), ou se a sua morte não afectar ninguém financeiramente.
Para fazer as contas à vida, entre com os dois rendimentos do casal. Na eventualidade de um dos elementos do casal estar em casa, considere o valor que custaria contratar um funcionário para fazer o seu trabalho. Avalie também os gastos mensais da família e a composição do agregado. Se se expõe a mais e maiores riscos (como desportos radicais, andar de mota ou trabalhar na construção, por exemplo), compre mesmo um seguro maior. O ideal é definir um seguro que cubra pelo menos seis a 7,5 vezes o seu rendimento actual, ao qual deve acrescentar as despesas com o seu funeral e os custos da educação dos seus filhos.




