Se está à espera de encontrar no mercado de trabalho um lugar ao sol, onde possa aplicar todos os conhecimentos que apreendeu durante os anos da licenciatura, mestrado e até mesmo doutoramento, corre o risco de sofrer uma tentativa frustrada ou até mesmo falhada.
Portanto, se é audaz, criativo, gosta de correr riscos, tem espírito de iniciativa e uma ideia viável e sustentável, volte a reunir-se com os seus colegas com quem fazia os trabalhos de grupo ou os seus parceiros de investigação académica e crie um modelo de negócio. Esta pode constituir uma boa alternativa face à dificuldade dos empregadores absorverem mão-de-obra tão especializada.
O empreendedorismo académico resulta da transferência de conhecimento intensivo e tecnológico das universidades para o mundo empresarial. É uma forma de auto-emprego que ao mesmo tempo promove inovação e criação de postos de trabalho. Além disso, é do interesse das universidades apoiarem projectos de empreendedorismo, sobretudo empresas de base tecnológica que constituam uma referência no contexto competitivo global.
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Neste dossiê poderá encontrar alguns dos principais passos a ter em conta na criação de um projecto empresarial. Para esclarecer melhor as dúvidas dos leitores, que equacionem esta via como forma de fugir ao desemprego, o Saldo Positivo contou ainda com a explicação do professor de Economia Sandro Mendonça, docente do ISCTE e com o testemunho dos sócios da Casa Viva, uma empresa formada por três antigos alunos do Instituto Superior Técnico que arriscaram montar o seu próprio negócio.




